“Já cheguei a contar nos dedos os dias que faltavam para te ver. Hoje conto nas mãos quantos dias faz que não vejo você.”— Pedro Pinheiro.
“
A solidão canta
e eu, alegremente,
danço.
A solidão dança
e eu, tristemente,
aplaudo.
Ó minha alma,
como és tão só
e mesmo assim
insistes em rodopiar a saia.
Confesso:
admiro sua bravura
sinto o peso da sua loucura.
Vassileva F. (via oxigenio-dapalavra)


